domingo, 17 de abril de 2011

As horas passavam sem que percebêssemos. A tal hora de ir embora até chegava, mas não víamos o balançar das horas, o tilintar dos ponteiros do relógio. Frustrada com a saudade que eu tinha, frustrada por vê-lo partir, eu sempre pedia por mais 30 minutos, sempre pedia um fechamento da conversa para que ambos não saíssem machucados da história.

- Eu odeio sentir saudade, é dolorido.

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